
A suspeita, Karen Spragg, de Cardiff, no País de Gales, foi acusada de perseguição com grave alarme ou angústia entre 03 de maio de 2024 e 21 de fevereiro de 2025, referiram, em comunicado, as autoridades policiais que realizaram a investigação.
Esta mulher deve comparecer no Tribunal de Magistrados de Leicester na sexta-feira, ao lado de Julia Wandel, de 23 anos, de Lubin, na Polónia, que é acusada de quatro crimes de assédio contra os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, tendo alegadamente cometido os crimes em diferentes períodos entre janeiro de 2024 e fevereiro de 2025.
Wandel foi detida em 21 de fevereiro quando chegava da Polónia ao Aeroporto de Bristol, a pedido da Polícia de Leicestershire, que disse na altura ter libertado uma mulher de 60 anos que vivia no País de Gales sob fiança.
A jovem polaca ganhou destaque na Internet em fevereiro de 2023, quando fez uma publicação no Instagram utilizando a conta ‘@IAmMadeleineMcCann’ e apareceu em programas de televisão a discutir a possibilidade de ser a menina que desapareceu aos 3 anos no Algarve.
Segundo os meios de comunicação britânicos, dias antes da sua detenção, utilizou a sua nova conta nas redes sociais, '@AmIJuliaWandelt', para partilhar os 'resultados' de um teste de ADN no qual, segundo ela, os McCann recusaram participar.
A 03 de maio de 2007, Madeleine McCann desapareceu do apartamento em que dormia com os irmãos gémeos, de dois anos, na Praia da Luz, enquanto os pais jantavam com amigos a poucos metros de distância, na estância balnear.
Em 2020, a polícia alemã declarou Christian Brückner como principal suspeito do sequestro e assassínio da criança, mas não se formalizaram acusações.
O caso de Madeleine foi um dos mais mediáticos do mundo e os pais mantêm a campanha para que prossigam as investigações para a encontrar.
Comentários