“A grande imprensa internacional tem especulado sobre Donald Trump. Surpreende-nos a campanha de ódio contra Donald Trump. É brutal no mundo inteiro, no mundo ocidental”, disse.

Nicolás Maduro falava em Caracas numa conferência de imprensa com jornalistas internacionais, no palácio presidencial de Miraflores, durante a qual disse que os venezuelanos mantêm-se “firmes, livres, independentes e soberanos” e que pretendem relações “de respeito, altura e cooperação” com os EUA.

“Peço a Deus que (ele) mude a política (do seu antecessor, Barack Obama) para com a Venezuela. Há que esperar (…) quero ser prudente (…) pior que (Barack) Obama não será, é a única (coisa) que me atrevo a dizer”, afirmu Nicolás Maduro.

O Presidente da Venezuela acusou Barack Obama de aliar-se com opositores e empresários venezuelanos para fazer uma guerra económica para derrotar o seu Governo e de estar envolvido em “golpes de Estado” no Brasil, Honduras e Paraguai e de deixar “o mundo crivado de terrorismo”.

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