“Tancos é grave, é importante, não pode é ser usado como uma falsa bandeira, que é o que em linguagem militar se diz quando se cria um alvo que não é muito importante para todos se distraírem”, disse Mendo Castro Henriques à agência Lusa, enquanto descia a Avenida de Roma, em Lisboa, em mais uma ação de campanha.

O professor universitário evitou estender os comentários sobre o caso de Tancos, que tem marcado o debate político nesta campanha para as legislativas de 06 de outubro, afirmando que “há muitas vezes um empolamento de questões que são graves, mas que têm um sítio próprio para ser tratado, que são os tribunais”.

“Em vez das forças políticas se preocuparem com o destino imediato das pessoas, lutam entre si numa briga de galos. O Nós, Cidadãos! não faz isso. Somos diferentes”, referiu.

E acrescentou: “Sabemos que há uma gravidade da questão, Tancos, sabemos que deve ser tratada nos sítios próprios, mas a nossa campanha é para ir ao encontro das pessoas, mostrar-lhes como podem melhorar a sua vida ao fim do mês, se Portugal tiver uma estratégia, se o Governo não andar ao deus dará, se os políticos profissionais não tratarem apenas na sua vida e pensarem primeiro as pessoas”.

Sobre o decorrer da campanha, Mendo Castro Henriques disse que a primeira fase, que teve como objetivo “chamar a atenção para o que está mal - o dinheiro que os portugueses perderam devido à corrupção e à má governação” – já foi cumprida.

Nesta segunda fase, avançou, o discurso do Nós, Cidadãos! vai centrar-se naquilo que "deve ser feito”.

O partido começou o dia no Mercado de Alvalade, descendo depois em direção à Avenida de Roma, onde distribuiu folhetos e abordou transeuntes sobre o programa do Nós, Cidadãos.

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