Por outro lado, os portugueses são os que mais dizem ser inaceitável a corrupção (88%), seguidos pelos finlandeses (83%) e os espanhóis (81%), sendo da média da UE de 69% e com os checos (41%), os letãos (39%) e húngaros (38%) no fundo da tabela.

De acordo com o inquérito, 94% dos inquiridos portugueses e também dos espanhóis (mais de nove em cada 10), responderam afirmativamente quando questionados sobre se consideram que a corrupção está disseminada no país, numa tabela liderada pela Croácia (97%), seguindo-se a Grécia e Chipre (95% cada).

No extremo oposto estão a Finlândia (22%), Dinamarca (35%) Suécia (40%) e Holanda (47%), sendo a média europeia de 71%.

Questionados sobre se concordam que há corrupção nas administrações locais e regionais, 90% dos portugueses responderam afirmativamente (UE 68%) e 89% disseram haver corrupção nas instituições nacionais (UE 70%).

O Eurobarómetro hoje divulgado (de dezembro de 2019) mostra ainda que a taxa de portugueses que tem uma perceção de corrupção disseminada no país aumentou dois pontos percentuais face a 2017 (na UE subiu três pontos).

Por outro lado, mais de metade (55%) dos inquiridos em Portugal opinaram que a corrupção aumentou no país nos últimos três anos (UE 42%), contra 26% que responderam ser a situação semelhante (UE 37%).

Foram realizadas 1003 entrevistas em Portugal (27.498 na UE) entre 07 e 17 de dezembro de 2019.

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