Segundo o jornal brasileiro, os presos desta cadeia invadiram o depósito das armas este sábado, 14 de janeiro, expulsaram os agentes prisionais e cortaram a luz no local. Face à rebelião, a Polícia Militar cercou o recinto para evitar fugas em massa.

“Neste momento não há condições para a polícia entrar no local. São mais de mil presos, todos fora das suas celas e alguns deles armados. O que estamos a fazer agora é uma ação para evitar uma fuga em massa”, adiantou Wellington Camilo da Silva, major da Polícia Militar, citado pelo jornal.

A rebelião começou por volta das 16h30 (hora local). Dez detidos tinham perdido a vida até às 21h00 na sequência deste motim, que não estava ainda controlado a essa hora.

Na origem do motim, escreve o Estadão, está uma “guerra entre fações criminosas dentro das prisões”.

Os motins nas prisões brasileiras têm sido recorrentes, sendo de referir o do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, que custou a vida a 56 presos, assim como o da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em que morreram 31 pessoas.

A prisão de Alcaçuz tem cerca de 1.150 detidos, sendo que a capacidade total do espaço é para 610 pessoas, escreve o Estadão.

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