“Ontem eram apenas sete pessoas por contactar, não há mais nenhum registo” e admite-se que sejam portugueses que não têm meios de contacto permanente, como telemóveis, explicou.

Aquele membro do Governo encontra-se na Beira desde segunda-feira e deverá permanecer na cidade mais afetada pelo ciclone até final da semana, em contacto com a comunidade de 2.500 portugueses e acompanhando as forças operacionais ali deslocadas, compostas por 110 elementos.

As forças militares e de proteção civil estão envolvidas em diversas atividades, entre as quais a distribuição de alimentos e purificação de água no distrito de Buzi, o mais alagado.

Um hospital de campanha do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) de Portugal, com equipamento e médicos, poderá vir a ser ativado para reforçar o contingente, acrescentou.

As autoridades moçambicanas já contabilizaram quase 447 mortos devido aos ventos ciclónicos de 14 e 15 de março e às cheias dos dias seguintes, mas o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, admite que o número possa ultrapassar os mil.

Há registo de cerca de 800.000 pessoas de alguma forma afetadas com o ciclone Idai.

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