O plenário distrital de Braga vai reunir-se no sábado, dia 15, com a eleição da Mesa do plenário, da Comissão Política Distrital e do Conselho Distrital de Jurisdição na ordem de trabalhos, segundo a convocatória à qual a Lusa teve acesso.

De acordo com o ‘site’ do partido – onde as listas são divulgadas oito dias antes do ato eleitoral – existe apenas uma lista candidata a cada órgão.

Nuno Melo, único eurodeputado do partido, lidera a lista para a Comissão Política, tendo como vice-presidentes Durval Tiago Ferreira, José Manuel Ribeiro Cardoso, Gonçalo Nuno Lopes Pimenta de Castro, José Manuel Carvalho Lopes, Joaquim Rodrigues Soares e Paulo Jorge Pinheiro Marques Silva.

Para secretários, são candidatos Mário João Araújo e Silva e José Eduardo Baptista Vieira e a lista à Comissão Política Distrital conta ainda com 30 nomes para os cargos de vogais.

O presidente do Conselho Distrital de Jurisdição será Hélder Joaquim Fernandes Pereira, que terá como vogais José Joaquim Pereira da Costa Abreu e Pedro Tiago da Silva Oliveira.

José Manuel Gonçalves Oliveira é o nome apontado para liderar o plenário distrital.

Em declarações à Lusa, Nuno Melo assinalou que face aos atuais órgãos distritais “mantêm-se uns nomes e entram nomes novos, como é normal em cada ciclo político”.

“Esta lista procura premiar, fundamentalmente, as pessoas que se esforçaram muito no ciclo difícil das eleições europeias e das eleições legislativas e que, apesar das dificuldades, deram tudo de si”, destacou.

Sinalizando que o próximo desafio, “e muito difícil”, são as eleições autárquicas do próximo ano, Nuno Melo adiantou que quer que o distrito de Braga seja “eficaz” neste ato eleitoral e que o CDS possa “apresentar listas concorrentes em todos os concelhos”.

Lembrando que no distrito de Braga o CDS está coligado em algumas autarquias, o presidente da distrital advogou que o processo de escolha dos candidatos deve ter em conta a opinião das estruturas concelhias e o parecer das distritais, apesar de a última palavra ser dos órgãos nacionais.

Quanto à relação com a nova direção nacional, liderada pelo presidente do CDS, Francisco Rodrigues dos Santos (que não era o candidato que Nuno Melo apoiava), o eurodeputado vincou que “os órgãos locais do CDS têm as suas obrigações muito bem definidas nos regulamentos do partido e esses não são alterados consoante as lideranças”.

“Podemos estar mais próximos ou não, mas as obrigações são muito claras e, por isso, enquanto presidente de uma distrital, o meu empenho vai todo no sentido de trabalhar para o crescimento do CDS”, sendo esse “o propósito em todo o distrito”, defendeu.

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