O “Ocean Viking” fez vários pedidos a Malta e Itália para o desembarque dos migrantes.

As autoridades de La Valeta responderam não ter responsabilidades no assunto porque os resgates foram efetuados fora das águas territoriais de Malta e o governo de Roma não respondeu ao pedido.

Sophie Rahal, responsável da SOS Méditerranée, disse que tem de ser acionado um “mecanismo de desembarque” acordado a nível europeu.

A mesma responsável afirmou que a bordo do “Ocean Viking” não se verificam situações de emergência entre os 365 migrantes, mas que as pessoas precisam de desembarcar o mais rapidamente possível.

Por outro lado, as equipas da MSF realizaram 130 consultas, sendo que 60 pessoas necessitaram de cuidados médicos nas últimas horas.

De acordo com a organização Médicos Sem Fronteiras há casos de sarna a bordo do “Ocean Viking”.

Sobre o navio “Open Arms”, Sophie Rahal disse que a SOS Méditerranée “não contactou outros países”.

Itália não autoriza que o navio “Open Arms”, com 107 pessoas a bordo, se aproxime da ilha de Lampedusa e as autoridades espanholas avançaram como alternativa as ilhas Baleares.

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