“O Ministério da Saúde mantém a sua disponibilidade para reunir com todas as estruturas representativas dos vários profissionais de Saúde. Compreendemos que haja expectativas, que daremos passos no sentido de nos aproximarmos delas, mas tem de ser no contexto posterior à aprovação de um orçamento [de Estado 2020], no contexto também de decisões que neste momento são mais transversais à Administração Pública”, declarou aos jornalistas Marta Temido, antes da cerimónia de inauguração da Unidade de Saúde de Campo, em Valongo.

A Federação Nacional de Médicos (FNAM) anunciou na quinta-feira passada que ia convocar uma greve nacional para 31 de janeiro, dia em que está também marcada uma greve da função pública, enfermeiros e professores.

A ministra da Saúde, Marta Temido, inaugurou hoje a nova Unidade de Saúde de Campo, freguesia de Valongo, no distrito do Porto, uma obra que custou 1.023 milhão de euros, sendo 838.728 mil euros comparticipados pelo FEDER e o restante pelo Estado português.

A nova Unidade de Saúde de Campo, com três pisos, 10 gabinetes de consulta médica e de enfermagem, uma área de saúde materno/infantil com dois gabinetes médicos e dois gabinetes de enfermagem) e duas salas de tratamento, vai poder servir uma população de cerca de nove mil utentes que antes eram atendidos num pré-fabricado.

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