
Quando militares e polícias se preparavam para invadir o esconderijo, numa casa de Kalmunai, no leste do país, três homens explodiram-se, matando seis crianças e três mulheres.
"Outros três homens", supostamente suicidas membros do grupo, morreram fora da residência, informou a polícia.
O assalto provocou um tiroteio de mais de uma hora e os corpos foram descobertos quando o confronto terminou, revelou o porta-voz do Exército Sumith Atapattu.
As forças de segurança não sofreram qualquer baixa.
Na sexta-feira, a polícia encontrou 150 armas e uma bandeira do EI durante uma busca em Sammanthurai, no local onde foi gravado o vídeo reivindicando os atentados do Domingo de Páscoa, segundo investigadores.
No Domingo de Páscoa, ataques contra igrejas e hotéis de luxo no Sri Lanka atribuídos a extremistas islâmicos deixaram pelo menos 253 mortos.
Até o momento 74 pessoas foram detidas, incluindo um homem que as autoridades acreditam ser o pai de dois homens-bomba.
Na sexta-feira, o governo informou que o extremista Zahran Hashim, considerado uma peça-chave dos atentados, morreu durante o ataque a um dos hotéis de luxo de Colombo.
Hashim aparecia no vídeo do Estado Islâmico que reivindicou a autoria dos ataques. Nas imagens, este comanda sete homens num juramento de lealdade ao líder do EI, Abu Bakr al Bagdadi.
Zehran Hashim era o líder do National Thowheeth Jama'ath (NTJ), grupo extremista local relativamente desconhecido até domingo e que o governo do Sri Lanka acusa de ter executado os atentados.
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