Em comunicado enviado às redações, a diocese de Viana do Castelo explicou que o caso resultou de “uma denúncia”, comunicada “às autoridades civis e canónicas competentes”.

Confrontando com os indícios apresentados, adianta o comunicado, o pároco de várias freguesias de Monção “confirmou os factos de que é acusado e comunicou a sua decisão de se afastar do exercício das suas funções”.

“A diocese informa, igualmente, que, tendo em vista as normas do direito canónico, o mesmo sacerdote se encontra proibido de exercer publicamente o ministério”, adianta a nota.

No documento, a diocese “partilha do profundo sofrimento da vítima e família, sendo com enorme sentimento de vergonha que torna públicos estes factos, desejando, também, exprimir o maior afeto e cuidado às comunidades paroquiais até agora confiadas” ao pároco.

“Nesta circunstância particular, a diocese de Viana do Castelo quer reforçar o desejo de ser um ambiente seguro e um espaço onde se possa dar voz ao silêncio, pedindo, ainda, todo o esforço, coragem, confiança e oração à comunidade diocesana, neste momento especialmente doloroso”, refere a nota.

O padre ministrava até agora nas paróquias do Divino Salvador de Cambeses, Santa Maria de Abedim, Nossa Senhora das Neves de Bela, São João Baptista de Longos Vales, São João Baptista de Portela e São Miguel de Sago e, era assistente dos convívios fraternos, em Monção.

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