A reunião ocorreu no Palácio Apostólico, em clima de “cordialidade”, e os desafios atualmente enfrentados pelo Iraque e “a importância de promover a estabilidade e o processo de reconstrução” foram discutidos, informou o Vaticano, em comunicado.

Para isso, apontaram a necessidade de “incentivar o caminho do diálogo e a busca de soluções adequadas em favor dos cidadãos e em relação à soberania nacional”.

Mas em cima da mesa também estavam as tensões que a região está a enfrentar atualmente, com o confronto entre o Irão e os Estados Unidos, embora a nota não se refira a essa questão em particular.

Ambos analisaram “os diferentes conflitos e graves crises humanitárias que atingem a região, sublinhando a importância dos esforços feitos com o apoio da comunidade internacional para restaurar a confiança e a coexistência pacífica”.

Os dois chefes de Estado falaram ainda sobre a minoria cristã presente no Iraque, vítimas da perseguição de jihadistas e de violência.

Nesse sentido, destacaram “a importância de preservar a presença histórica dos cristãos no país, da qual eles são parte integrante, e a sua contribuição significativa para a reconstrução do tecido social”.

Enfatizaram ainda a necessidade de garantir-lhes “segurança e um lugar” no futuro do Iraque.

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