Francisco proclamou santos, diante dezenas de milhares pessoas, o argentino José Gabriel del Rosario Brochero, conhecido como “padre Gaúcho”, o bispo espanhol Manuel González García, José Sánchez del Rio, conhecido como “o menino cristero”, dois sacerdotes italianos, Lodovico Pavoni e Alfonso Maria Fusco, e dois religiosos franceses, Salomone Leclercq e Elisabetta Catez.

“Eles alcançaram a meta, adquiriram um coração generoso e fiel, graças à oração: oraram com todas as forças, lutaram e venceram”, disse o papa, referindo-se aos novos santos.

“Este é o estilo da vida espiritual que nos pede a Igreja: não para vencer a guerra, mas para vencer a paz”, acrescentou.

Explicou, noutra passagem, que “a forma de praticar cristianismo” é estar “firme na oração para permanecer firme na fé e no testemunho”.

“E de novo surge uma voz dentro de nós”, afirmou.

“Orar não é refugiar-se no mundo ideal, não é a evasão para uma falsa quietude. Pelo contrário, orar é lutar e deixar também que o Espírito Santo ore em nós”, sublinhou.

Sobre os santos, Francisco explicou que são “homens e mulheres que entram a fundo no mistério da oração”.

O papa destacou que as sete pessoas que hoje foram canonizadas “combateram com a oração a boa batalha da fé e do amor”.

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