“As leis que vocês promulgam e aplicam deviam construir pontes de diálogo entre diversas perspetivas políticas” e promover um “maior cuidado com os indefesos e marginalizados, especialmente com os muitos que estão obrigados a deixar a sua pátria”, disse o chefe da igreja católica.

Este grupo de parlamentares católicos de todos o mundo foi criado em 2010 e engloba vários políticos africanos, como recordou o Papa argentino, que lhes pediu o compromisso para “construir uma sociedade mais humana e justa”.

O Papa desejou que o contributo dos parlamentares esteja “impregnado continuamente” pelos ensinamentos morais e sociais e desejou que o “amor de deus” inspire para que se alcance “a verdade e o bem” para combater o sofrimento.

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