“A notícia da nomeação como cardeal de D. José Tolentino Mendonça é uma alegria para todos os portugueses. Um padre poeta, filósofo e ensaísta madeirense que se distingue pela simplicidade e capacidade de viver na procura”, refere o texto dos democratas-cristãos hoje aprovado.

No voto, o CDS-PP considera que Tolentino Mendonça “marca o pensamento português, nunca esquecendo a beleza do encontro com os outros nem as coisas mais essenciais da vida”.

“Nos cargos em que tem servido, como padre, capelão e posteriormente vice-reitor da Universidade Católica, como responsável pela Pastoral da Cultura e pela Comunidade da Capela do Rato ou agora, como arquivista no Arquivo Secreto do Vaticano e bibliotecário da Biblioteca Apostólica, marcou e marca com o seu extraordinário humanismo e abertura ao mundo”, refere o texto.

O Papa anunciou em 01 de setembro a decisão de convocar um Consistório para a criação de 13 cardeais, em 05 de outubro, entre os quais o arquivista e bibliotecário da Santa Sé, José Tolentino Mendonça.

O sexto cardeal português do século XXI era vice-reitor da Universidade Católica quando foi convidado por Francisco para pregar o retiro de Quaresma da Cúria Romana, em 2018, tendo em julho desse ano o Papa nomeado José Tolentino Mendonça arquivista e bibliotecário da Santa Sé.

José Tolentino Mendonça nasceu em 1965 em Machico, Madeira, tendo sido ordenado padre em 1990 e bispo em 28 julho de 2018, no Mosteiro dos Jerónimos, quando completava 28 anos de sacerdócio, recebendo simbolicamente a sede episcopal de Suava, no norte de África.

Com esta nomeação, no próximo consistório dia 5 de outubro, o Colégio Cardinalício passa a contar com cinco portugueses, três deles eleitores.

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