O arquiteto Manuel Graça Dias morreu no passado dia 24 de março aos 65 anos. O voto, proposto pelo PS e ao qual se associou o presidente do parlamento, Ferro Rodrigues, presta homenagem à “figura singular” da cultura portuguesa, expressando “profundo pesar” pela sua morte.

“A liberdade de expressão era a sua pedra de toque. Marcou o Portugal cosmopolita que despontava nos anos 80 e desde então, sempre com o mesmo fulgor, através do desenho ou da palavra, trouxe à cultura arquitetónica portuguesa um olhar heterodoxo, sobre a arquitetura e o seu contexto”, sublinha o voto.

O parlamento aprovou também um voto de pesar proposto pelo PSD pela morte do artista plástico Guilherme Correia, que morreu no passado dia 28 de março, nasceu na Marinha Grande em 1923.

Autor de retratos de várias personalidades nacionais, do seu percurso fazem parte exposições na Bienal dos Artistas de Leiria, e nas cinco Bienais de Alenquer, bem como mostras em Nova Iorque, Barcelona, nas Caraíbas e em Tóquio.

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