Numa reunião extraordinária, a direção decidiu que o partido irá “contribuir para uma candidatira da Suécia à NATO”, dizem os sociais-democratas num comunicado.

A notícia surge no dia em que a Finlândia anunciou a intenção de aderir à NATO, alargando assim a aliança militar ocidental que conta com 30 membros.

A inversão na histórica posição de não alinhamento dos dois países escandinavos surge na sequência da invasão da Ucrânia por Moscovo em 24 de fevereiro, que fez mudar a opinião pública e política na Finlândia e na Suécia.

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