A cerimónia que se realiza na residência oficial de Felipe VI, no Palácio da Zarzuela, marca o início oficial de Pedro Sánchez como chefe do executivo espanhol.

Nos atos institucionais anteriores de tomada de posse de um novo primeiro-ministro também esteve presente o chefe do Governo precedente, que neste caso é o líder do Partido Popular (direita), Mariano Rajoy.

Na sequência desta cerimónia Sánchez terá de apresentar a composição do seu Governo, mas ainda não se sabe quando é que isso vai acontecer.

O Congresso dos Deputados (parlamento) aprovou na sexta-feira por 180 votos a favor e 169 contra a moção de censura que afastou o Governo de direita liderado por Mariano Rajoy e, ao mesmo tempo, investiu o novo primeiro-ministro e líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE).

Apesar de apenas ter 84 dos 350 deputados do parlamento espanhol, os socialistas conseguiram reunir o apoio de um total de 180 votos, que incluem os representantes do Unidos Podemos (Extrema-esquerda, 67), a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC, separatistas, nove), o Partido Democrático e Europeu da Catalunha (PDeCAT, separatistas, oito), o Partido Nacionalista Basco (PNV, cinco),o Compromís (nacionalistas valencianos, quatro), o EH Bildu (separatista basco, dois), e a Nueva Canarias (nacionalista, um).

Pedro Sánchez vai formar um Governo minoritário com ministros socialistas e independentes e o apoio parlamentar das restantes sete forças políticos, com muitos observadores a terem dúvidas sobre a estabilidade do novo executivo.

A atual legislatura iniciou-se com as eleições de 26 de junho de 2016 e terminará quatro anos depois, em 2018.

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