De acordo com um comunicado do partido na oposição, Al Umma, islâmico moderado, mais de 2.000 pessoas foram detidas no decurso das manifestações nas duas últimas semanas, com o crescimento do movimento antigovernamental.

Aquela formação política, liderada por Sadeq al Mahdi, qualificou os acontecimentos como “uma violação flagrante dos direitos humanos e das liberdades básicas” dos manifestantes, que foram dispersados com gases lacrimogéneos, cassetetes e até fogo real nalgumas ocasiões.

De acordo com os dados fornecidos pelo Governo a 27 de dezembro, 19 pessoas morreram, entre as quais alguns membros das forças de segurança, e registaram-se 219 manifestantes feridos, mais 187 militares.

Por seu turno, a organização Human Rights Watch (HRW) pediu ao governo sudanês que envie uma mensagem clara às forças de segurança para que respeitem os direitos dos manifestantes, e não usem força letal contra eles.

Instou ainda, em comunicado, as autoridades a “investigar imediatamente” todos os casos de “tortura, detenções e assassinatos”, para “que os culpados sejam responsabilizados”.

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