“Kurakhov, região de Donetsk. O inimigo atacou a cidade com vários lançadores de foguetes”, escreveu Kirilo Timoshenko, vice-chefe de gabinete da Presidência, na rede social Telegram, denunciando a morte de pelo menos oito pessoas e ferimentos em outras cinco.

Timoshenko explicou que entre as infraestruturas que foram alvo de fogo inimigo estavam um mercado, uma estação rodoviária, vários postos de gasolina e várias casas, confirmando uma informação também avançada pelo próprio Presidente, Volodymyr Zelensky, minutos antes, que divulgou uma mensagem nas redes sociais classificando o Exército russo como “desumano”.

Numa outra mensagem, o vice-chefe do gabinete presidencial informou posteriormente que na cidade de Yampil, no norte, três pessoas ficaram feridas depois de as forças russas terem usado munições de explosão múltipla em ataques que danificaram a praça central e um prédio administrativo.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,7 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

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