No verão, Pequim tinha aumentado de 10% para 35% os direitos alfandegários, como represália à aplicação de sobretaxas aduaneiras decretadas por Washington sobre produtos chineses importados pelos Estados Unidos, num valor de cerca de 50 mil milhões de dólares.

"A suspensão dos direitos aduaneiros é uma medida concreta para pôr em prática o consenso obtido pelos dois chefes de Estado", indicou em comunicado o Conselho de Negócios de Estado, gabinete ministerial chinês.

A China e os Estados Unidos combinaram uma trégua na guerra comercial entre os dois países nos últimos meses, durante um encontro dos respetivos presidentes, Xi Jinping e Donald Trump, em 1 de dezembro, no final da cimeira do G20 em Buenos Aires.

Os dois países tinham inicialmente fornecido explicações divergentes sobre os pontos do acordo, mas Pequim começou a dar sequência às declarações de responsáveis da Casa Branca sobre as medidas que a China iria tomar.

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