“As informações recolhidas até este momento permitem-nos admitir como provável que o fugitivo ainda esteja em Portugal. No entanto, não é possível assegurar com toda a certeza que não se tenha ausentado para outra região ou para uma região diferente daquela onde neste momento estão concentradas a atenção das autoridades ou mesmo para fora do país”, disse Pedro Carmo no Telejornal da RTP.

O diretor-adjunto da PJ referiu também que as autoridades portuguesas ativaram os “mecanismos de cooperação e alerta internacionais”, salientando tratar-se de um “procedimento normal”.

Nas declarações da RTP, Pedro do Carmo também não excluiu a “possibilidade do suspeito estar ou ter sido ajudado por terceiros”.

Pedro Dias, conhecido como “Piloto”, está desaparecido desde 11 de outubro, data em que dois militares da GNR foram atingidos a tiro, em Aguiar da Beira, no distrito da Guarda. Um morreu e outro ficou ferido.

Na mesma madrugada, um homem morreu e a mulher ficou gravemente ferida, também alvejados a tiro na viatura em que seguiam, em São Pedro do Sul, no distrito de Viseu.

Começou, então, a caça ao homem tendo como único alvo Pedro Dias, o suspeito de Arouca, no distrito de Aveiro.

Denúncias e alegados vestígios do suspeito foram surgindo nos últimos dias, desde a zona de Arouca, a Vila Real, onde se centraram as atenções há mais de uma semana, mas ainda sem rasto do alegado homicida.

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