Os alvos da operação anticorrupção, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), são os deputados Josimar Cunha Rodrigues, conhecido como Josimar ‘Maranhãozinho’, João Bosco da Costa e o pastor Gildenemir de Lima Sousa, segundo o jornal ‘O Globo’.

Os três deputados federais são do Partido Liberal, ao qual Bolsonaro se juntou em novembro de 2021 para procurar a reeleição nas presidenciais de outubro próximo.

As investigações sobre o caso, no entanto, arrastam-se desde dezembro de 2020, antes da adesão de Bolsonaro ao partido, e tentam apurar a existência de uma suposta rede corrupta dedicada ao desvio irregular de dinheiro do orçamento destinado a parlamentares.

As autoridades suspeitam que os deputados utilizem uma série de empresas de fachada para transferir recursos públicos para municípios do interior do estado do Maranhão, onde pelo menos dois dos envolvidos têm base eleitoral.

As buscas aconteceram em residências e escritórios localizados nos estados brasileiros desses parlamentares.

Segundo o ‘O Globo’, a Polícia Federal também pediu buscas nos gabinetes dos parlamentares localizados na Câmara dos Deputados, em Brasília, mas o juiz do STF Ricardo Lewandowski, responsável pelo caso, rejeitou o pedido.

O deputado Josimar ‘Maranhãozinho’ já foi alvo de outras duas operações anticorrupção, nas quais as autoridades brasileiras conseguiram obter gravações que o mostravam a manusear caixas cheias de dinheiro.

Em dezembro passado, a Polícia Federal concluiu um boletim de ocorrência, agora em análise pelo Ministério Público, no qual apresentou denúncia contra ‘Maranhãozinho’ pelos supostos crimes de peculato, branqueamento de dinheiro e associação ilícita.

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