O crime foi filmado e visto em direto por cerca de 40 pessoas na rede social Facebook, sem que nenhuma delas tenha reportado o crime às autoridades.

O porta-voz da polícia de Chicago Anthony Guglielmi disse que mais detenções são esperadas à medida que decorre a investigação.

A polícia disse que o ataque envolveu cinco ou seis indivíduos e Guglielmi disse que “o rapaz foi um dos agressores no vídeo”.

Segundo um comunicado divulgado no sábado, o jovem enfrenta acusações de agressão sexual, fabrico de pornografia infantil e disseminação de pornografia infantil.

O porta-voz da polícia disse que as autoridades não estavam a par do ataque ocorrido em meados de março até que a mãe da menina abordou diretamente o superintendente da polícia Eddie Johnson e lhe mostrou o vídeo.

Johnson ficou “visivelmente perturbado” depois de ver o vídeo, tanto pelo conteúdo do mesmo como pelo facto de “nenhum dos 40 ou mais espetadores em direto ter ligado para as autoridades”, disse Guglielmi.

O jornal The Chicago Sun-Times informou que a família da menina foi entretanto realojada em local não divulgado.

Esta é a segunda vez em poucos meses que a polícia de Chicago é levada a investigar um ataque transmitido em direto no Facebook.

Em janeiro, quatro pessoas foram presas após a divulgação de um vídeo em que apareciam a espancar um homem com problemas mentais.

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