Num boletim divulgado no âmbito do Dia Internacional da Mulher, que se assinala na sexta-feira, a Letónia era, em 2017, o único Estado-membro com mais de metade (56%) de mulheres a ocuparem cargos de gestão, seguindo-se a Bulgária e a Estónia (49% cada), a Polónia e a Eslovénia (47% cada), a Hungria (43%), a Lituânia e a Suécia (42% cada), a Irlanda (41%) e a Eslováquia (40%).

No extremo oposto, apresentando a menor percentagem de quadros superiores no feminino, estavam o Luxemburgo (15%), Chipre (23%), República Checa, Dinamarca, Itália e Holanda (29% cada), Alemanha (30%), Grécia e Áustria (32%).

Com cerca de um terço de mulheres em lugares de gestão e em média com a UE (36%) estavam Portugal, Bélgica, França, Croácia e Finlândia, com o Reino Unido ligeiramente acima (37%) e a Espanha (35%), Malta e Roménia (34% cada) abaixo.

Já em 2018, a UE tinha uma média de 17% de mulheres em cargos executivos, com a Lituânia no topo da tabela (28%), seguida da Letónia, Bulgária (27% cada), Eslovénia e Roménia (25% cada).

A Áustria (5%), a República Checa (6%), a Itália (9%) e Portugal (10%) apresentaram as menores proporções de mulheres em cargos executivos.

No que respeita à percentagem de mulheres que integram conselho de administração – também dados de 2018 – a França ocupava o primeiro lugar (44%), seguida da Itália, Suécia (36% cada) e Finlândia (35%).

A Estónia (8%), a Grécia (9%), Malta (10%) e Roménia (11%) tinham, no ano passado, a menor percentagem de administradoras de empresas.

Portugal apresentou uma média de 22%, abaixo da média da UE (27%).

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