"Chegamos aqui (...) para solicitar a adoção de medidas cautelares (...) que permitam: um, a proibição da sua saída do país; dois, a proibição de movimentar bens, móveis e imóveis; três, o bloqueio das suas contas", declarou Saab na sede do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

O procurador, que se define como chavista, explicou que estas medidas fazem parte da investigação ordenada pelo TSJ, a 23 de janeiro, dia em que Guaidó se autoproclamou presidente interino da Venezuela.

Depois de saber da medida, Guaidó afirmou que não ficou surpreso, considerando que faz parte de uma cadeia de "ameaças" não só contra ele próprio, mas ao Parlamento cuja maioria pertence à oposição a Nicolas Maduro.

"Eu não estou a subestimar uma ameaça de prisão, não quero que chegue a esse ponto. Responsavelmente digo que não há nada de novo sob o sol. Infelizmente, é um regime que não dá respostas aos venezuelanos, a única resposta é a perseguição, repressão", revelou Guaidó à entrada do Palácio Legislativo.

"Mais do que uma nova ameaça à minha pessoa, a este Parlamento, à presidência a cargo da República, não há nada de novo. Eu insisto, não subestimamos as ameaças, a perseguição. Mas estamos aqui, vamos continuar a exercer os poderes", acrescentou.

O líder da oposição deve liderar uma sessão em que o Congresso irá discutir o quadro legal para um governo de transição e "eleições livres", que Maduro denunciou como parte de um golpe de Estado liderado pelos Estados Unidos.

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