Numa nota divulgada hoje, o gabinete da provedora de Justiça, Maria Lúcia Amaral, realçou que tem recebido “diversas queixas” de cidadãos que se opõem a facultar o Número de Identificação Fiscal (NIF) para identificação e registo nas bases de dados de entidades públicas, designadamente de municípios.

“Esta situação motivou a tomada de posição da provedora de Justiça, explicitando que o NIF é um número sequencial destinado exclusivamente ao tratamento de informação de índole fiscal e aduaneira, não podendo ser exigido como meio obrigatório de identificação nas demais situações”, salientou.

De acordo com a provedora, “se um município ou outra entidade pública pretende identificar o seu interlocutor, terá de o fazer por via do número de identificação civil ou passaporte”.

Na nota, o gabinete da provedora destacou ainda que, após este alerta, vários municípios se dispuseram já a alterar o procedimento de identificação e registo.

Newsletter

As notí­cias não escolhem hora, mas o seu tempo é precioso. O SAPO 24 leva ao seu email a informação que realmente importa comentada pelos nossos cronistas.

Notificações

Porque as noticias não escolhem hora e o seu tempo é precioso.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.