Eurico Brilhante Dias falava na Assembleia da República, depois de confrontado com a intenção do Chega de abrir um inquérito parlamentar sobre este caso com os refugiados em Setúbal.

“As audições prosseguem e nós continuamos a procurar conhecer todos os pormenores do processo. A comissão parlamentar de inquérito é desnecessária se os esclarecimentos forem suficientes”, respondeu o presidente do Grupo Parlamentar do PS.

De acordo com Eurico Brilhante Dias, “o PS continua a acompanhar as audições que ainda hoje decorreram durante a manhã e continuaram esta tarde no parlamento, sendo certo que as investigações em curso devem chegar ao seu término e produzir resultados”.

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“É preciso conhecer de forma transparente toda a verdade sobre o que aconteceu em Setúbal. Isso significa que a Inspeção Geral de Finanças está a inquirir e, por outro lado, chegou à Comissão Nacional de Proteção de Dados um pedido para esclarecer todos os assuntos relativos às operações em concreto que terão ocorrido no Município de Setúbal”, especificou.

A seguir, o líder parlamentar socialista deixou uma advertência sobre os limites da atuação do parlamento.

“O escrutínio político na Assembleia da República é exigente, mas deve respeitar as instituições. Deve respeitar o Poder Local, que deve ser escrutinado pelas assembleias municipais. Deve respeitar as instituições do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) — instituições que são fundamentais para o país e para a  nossa segurança”, acrescentou.

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