À entrada para o 37.º Congresso Nacional do PSD, que começa hoje em Lisboa, o antigo secretário-geral dos sociais-democratas disse esperar do primeiro dia de trabalhos que o partido tenha “a dignidade de se despedir com qualidade” do ainda presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, e “um grande discurso do novo presidente”, Rui Rio.

“Espero um presidente do partido atento, reformista, que unifique, estamos todos aqui para ajudar o PSD”, assegurou, salientando que o partido “está numa fase difícil” há alguns anos e precisa de se enriquecer.

Questionado se espera ouvir uma demarcação em relação a um eventual Bloco Central, Ribau Esteves considerou que essa questão nem se coloca.

“O PS governa um país com uma maioria muito clara e o que o país precisa é de uma alternativa, não precisa de mais um partido para a coligação, não precisa de um PSD que vai ser a quarta força desta governação”, apelou.

Para o autarca aveirense, o PSD tem de se demarcar “completamente da ideia que passou na campanha de que estava ao dispor para ser a nova namorada do PS”.

“Nós não podemos ser a nova namorada do PS”, defendeu.

Questionado se espera ouvir já uma posição em relação ao Orçamento do Estado para 2019, Ribau Esteves salientou que faltam muitos meses para que esse documento seja apresentado e que essa decisão será “um ato político”.

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