Questionado pelos jornalistas, à chegada ao centro cultural onde decorre a reunião social-democrata, sobre as listas aos órgãos do partido, Morais Sarmento desvalorizou o "lugar" que ocupará, afirmando ser "mais importante" a "vontade de continuar a participar" no futuro do partido.

"Depois de dois anos de um caminho difícil dentro do partido, espero que este congresso marque o primeiro dia do caminho para vencer o país, começando pelas próximas eleições autarquias que são desafio fundamental", referiu.

Nesse caminho garantiu estar "disponível" para o que "puder e conseguir" fazer, rejeitando ainda um cenário de rutura com o CDS-PP, na sequência da aprovação do Orçamento de Estado(OE) para 2020 e da votação da descida do IVA da eletricidade.

Na quinta-feira, o presidente do CDS-PP destacou que o partido foi aquele que demonstrou "maior responsabilidade e maturidade política" quanto à redução do IVA da eletricidade, apontando que "cada um tirará as suas ilações" da forma como votou.

"Não há rutura nenhuma porque não havia nenhuma coligação com o CDS-PP como a geringonça. O nosso espaço de entendimento natural é a direta do PSD, mas não temos nenhuma coligação com o CDS-PP", sustentou.

Sobre a intervenção de Rui Rio, na sexta-feira, na abertura do congresso, Morais Sarmento referiu ter sido um discurso "normal, sólido e sério".

"Foi um discurso numa linguagem que, apesar de ser dirigida aos militantes, os portugueses percebem bem . É a linguagem da clareza e da simplicidade".

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