Questionado pelos jornalistas sobre a razão pela qual a polícia não controlou o trânsito durante o desfile que cortou durante vários minutos algumas artérias da cidade, João Oliveira disse que a resposta a essa questão cabe à Câmara de Lisboa.

“Esse esclarecimento vai ter de ser, naturalmente, obtido entre a Câmara Municipal [de Lisboa] e a PSP. A comunicação foi feita às autoridades competentes que nessas matérias têm responsabilidade. Essa questão tem de ser esclarecida entre a Câmara e a PSP, para perceber qual foi o problema que houve”, sustentou o membro da Comissão Política do Comité Central do PCP, a meio do desfile.

O dirigente comunista explicou que foi transmitida a informação necessária para “garantir que o desfile decorria com todas as regras cumpridas e da melhor forma, como estava previsto, e como de resto está a acontecer”.

O desfile teve início pouco depois das 14:30. Várias centenas de apoiantes da Juventude CDU saíram do Largo do Intendente em direção ao Largo da Graça, onde vai decorrer o comício de hoje, no âmbito da campanha para as eleições legislativas de 30 de janeiro.

A ação cortou por completo um dos sentidos da Avenida Almirante Reis (Intendente-Saldanha), mas foram elementos do partido a cortar o trânsito, uma vez que a PSP não estava presente.

A polícia apareceu no troço final do desfile, já na Rua da Graça.

Fonte do PCP acrescentou à Lusa que a Câmara Municipal de Lisboa e a PSP estavam informadas, mas a empresa municipal Carris não recebeu nenhuma informação, pelo que não houve alteração dos percursos dos autocarros, provocando constrangimentos ao trânsito.

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