“Ontem (quarta-feira), um ato terrorista foi cometido em S. Petersburgo”, disse Putin antes de uma cerimónia de condecoração de militares russos que participaram na guerra da Síria.

Tratou-se da segunda explosão na segunda cidade da Rússia desde o princípio do ano sendo que autoridades relacionam os atentados com o envolvimento de Moscovo no combate contra o Estado Islâmico na Síria.

A Rússia, que participa militarmente no conflito sírio desde setembro de 2015, “contribuiu de maneira crucial na derrota das forças criminosas que desafiaram toda a civilização”, sublinhou Putin.

O presidente russo, anunciou, este mês, a retirada parcial das tropas, depois dos serviços de informações e segurança terem concluído que os extremistas do Estado Islâmico perderam quase a totalidade do território que controlavam na Síria e no Iraque.

Em dezembro, os serviços de segurança russos anunciaram que uma célula do grupo Estado Islâmico foi desmantelada em S. Petersburgo, numa altura em que os supostos terroristas preparavam um atentado na Catedral de Nossa Senhora de Kazam, um dos pontos de grande atração turística da cidade.

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