A caminho das legislativas de 6 de outubro, chega duma ilha a caminho do sul um inusitado manual de política. O nosso Tomás Gomes esteve por estes dias na Madeira a acompanhar as legislativas regionais — que deram a primeira vitória sem maioria absoluta ao PSD.

No rescaldo desse choque, foi ao escritório do homem que durante décadas foi sinónimo da ilha e de onde vêm agora as regras da resistência: é preciso frieza, também astúcia. Há que pensar nas engrenagens que põem as pessoas a mexer. Há que pensar no tudo em que todos pensam e nessa outra coisa de que ninguém se lembrou.

Entretanto, a corrida para as legislativas da República vai acelerando. Hoje, o tema foi não incluir Tancos nos temas da campanha, depois de Marcelo afirmar que não é criminoso e que não teve conhecimento sobre o alegado encobrimento na recuperação das armas furtadas de Tancos.

Praticamente todos os partidos revezaram-se durante esta quarta-feira a falar — escolhendo não falar — sobre isto.

"Isso é da justiça”, disse António Costa. À justiça a justiça, à política a política. Seja ela insular ou nacional; seja ela a da Madeira Velha e do Alberto João, ou a dos caloiros e doutores (é ler a entrevista).

No norte do continente, eu sou o Pedro Soares Botelho e hoje o dia foi assim.

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