Tiago Brandão Rodrigues disse, durante uma audição na comissão parlamentar de Educação, que “237 escolas candidataram-se e estão neste momento em todas as atividades de formação de professores e no trabalho de alicerçar as parcerias que lançaram”.

As escolas podem estabelecer parcerias com centros Ciência Viva, instituições de ensino superior, empresas, museus ou outras instituições culturais, explicou o ministro.

No total, estão envolvidos nestes 825 professores de 125 concelhos e o projeto conta com uma verba de cerca de três milhões de euros, através de financiamento comunitário, mas também do Orçamento do Estado, acrescentou.

Os clubes Ciência Viva na Escola são uma iniciativa conjunta da Direção-Geral de Educação e da Ciência Viva-Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, que pretende criar espaços de ciência abertos a toda a comunidade, para promover o acesso a práticas científicas inovadoras.

Estes clubes pretendem contribuir para a literacia científica e tecnológica dos alunos e da comunidade educativa assim como estimular a aprendizagem e o entusiasmo pela ciência.

Outro dos objetivos deste projeto é contribuir para a modernização dos modelos de ensino utilizados pelos professores, nomeadamente através da interdisciplinaridade, trabalho prático e experimental, explicou Tiago Brandão Rodrigues.

Promover a articulação entre o ensino formal e não formal, entre ciclos de escolaridade, entre disciplinas e entre escolas são outras das medidas protagonizadas por este projeto.

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