Uma nota de imprensa do gabinete do líder do Governo Regional dos Açores refere que no encontro da CRPM ocorrido hoje em Atenas foi lembrado que as propostas iniciais de Bruxelas sobre o futuro da Política de Coesão preveem "vários cenários de cortes no seu financiamento" no pós-2020, que as regiões dizem ser "inaceitáveis".

"Se estas propostas fossem adotadas, significariam um golpe irreversível para o futuro desta Política [de Coesão] e para o seu objetivo de combater as disparidades regionais em toda a Europa. Isso significaria um desastre para a coesão económica, social e territorial, criando uma distância ainda maior entre os cidadãos e o projeto europeu", afirmou Vasco Cordeiro, citado na nota de imprensa.

A posição formal hoje aprovada será agora enviada às diversas instituições europeias em nome das cerca de 160 regiões da CRPM e o documento preconiza que a Política de Coesão, "enquanto principal instrumento de investimento comunitário nas regiões", se deve "manter fiel à sua razão de ser, dedicando uma atenção particular a territórios específicos, como as regiões insulares e ultraperiféricas".

O socialista Vasco Cordeiro, líder do executivo dos Açores, assume, desde setembro de 2014, a presidência da CRPM, organização de cooperação inter-regional que integra cerca de 160 regiões de 28 estados europeus.

Esta organização tem por missão a defesa dos interesses dos seus membros junto de instituições nacionais e europeias, através da promoção da coesão económica, social e territorial e do poder regional na Europa, bem como do reforço da dimensão periférica e marítima da Europa.

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