Desde 14 de julho que o número de casos de infeções pelo coronavírus que causa a doença da covid-19 se mantinha acima de 37.000 diários, tendo chegado a um pico de 54.674 no sábado, um crescimento causado pela variante Delta, em tendência de subida desde meados de maio.

O abrandamento das últimas horas reforça a análise de que a vacinação deu ao país um “muro protetor”, como afirmou hoje o subsecretário de Estado da Saúde, Nadhim Zahawi, no parlamento.

O “‘muro’ está a ficar mais forte a cada dia”, vincou, acrescentando que “é essa proteção que permite aliviar cuidadosamente as restrições”.

Segundo as estimativas oficiais, a campanha de imunização já evitou 52.600 hospitalizações, tendo em conta que as duas doses da vacina contra o coronavírus reduzem em 96% o risco de internamento.

Nas últimas 24 horas foram administradas 228.439 vacinas no país.

Desde dezembro foram inoculadas 46.433.845 pessoas no Reino Unido, o que corresponde a 87,8% da população adulta, e 36.587.904 milhões de pessoas, ou seja, 69,2% da população adulta, já tem a vacinação completa.

Na quarta-feira, o Reino Unido tinha registado 44.104 novos casos e 73 mortes.

Nos últimos sete dias, entre 15 e 21 de julho, a média diária foi de 55 mortes e 46.460 casos, o que corresponde a uma subida de 50,6% no número de mortes e de 24,2% no número de infeções relativamente aos sete dias anteriores.

A média diária de pessoas hospitalizadas foi de 739 entre 12 e 18 de julho, um aumento de 31,1% face aos sete dias anteriores.

Na quarta-feira estavam internados 4.861 pacientes, dos quais 647 com auxílio de ventilador.

Desde o início da pandemia, foram notificados 128.980 óbitos de covid-19 num total de 5.602.321 infeções confirmadas no Reino Unido.

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