Numa carta divulgada pela companhia área de baixo custo lê-se que, como foram já cancelados 20 voos, encontradas soluções para os 3.500 passageiros afetados e “o dano causado por esta greve já não poder ser revertido”, uma reunião deve realizar-se “imediatamente após” a paralisação.

O encontro servirá para se poder “fazer trabalho sério para resolver esta disputa”, com a Ryanair a garantir ter “concordado com nove das 11 exigências”.

Na carta é pedido que o sindicato refira que aceita o convite, que “não são marcadas mais greves, pelo menos até este encontro se realizar” e que seja feito um “esforço genuíno” para acabar com as diferenças, mas “sem mais interferências” de pilotos da Air Lingus (companhia área irlandesa) numa altura em que “restam tão poucas diferenças”.

A Associação de Pilotos Irlandeses de Companhias Aéreas (IALPA, em inglês), afiliada do sindicato Fórsa, decidiu avançar para a quarta greve desde 12 de julho, depois de a companhia aérea de baixo custo ter apresentado um plano para reduzir em 20%, de 30 a 24 aviões, a sua frota na Irlanda, a partir de outubro, e com a possível supressão de 300 postos de trabalho.

O anúncio surgiu no primeiro de dois dias de greve dos tripulantes de cabine da transportadora irlandesa de Portugal, Espanha e Bélgica e na paralisação de 24 horas em Itália.

Já na Alemanha, o sindicato alemão Vereinigung Cockpit anunciou que 96% dos pilotos filiados aprovaram a realização de greves e acrescentou que a Ryanair tem até 06 de agosto para dar resposta ao caderno reivindicativo.

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