“Queremos promover uma candidatura dinâmica, através da qual o país poderá ter acesso a vários benefícios”, disse Carlos Tavares, coordenador do projeto For Bio (Fortalecimento da Sociedade Civil em Matéria da Conservação da Biodiversidade).

“Somos nós, nesta fase, a dinamizar este processo, mas é o Governo que depois irá liderar este processo de candidatura junto do FAO, através de uma comissão multissetorial que será constituída nos próximos dias”, acrescentou.

“Achamos que essa candidatura é de capital importância, porque independentemente da vertente de ter acesso aos fundos, há o problema da exploração racional da floresta e da conservação da nossa biodiversidade”, acrescentou.

Nos últimos dois dias esta comissão promoveu alguns seminários destinados a “recolher subsídios” para o referido plano de ação que prevê concluir ainda a longo deste ano.

A intenção é de que dentro “dos próximos dois a três meses” a candidatura de São Tomé e Príncipe ao património agrícola mundial seja entregue ao Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura que depois fará a sua avaliação.

O coordenador do For Bio sublinha que candidatar-se ao património agrícola mundial “traz benefícios enormes para o país”, mas será necessário que o arquipélago de São Tomé e Príncipe preencha alguns requisitos.

“O país terá de reunir cinco requisitos que compreendem a segurança alimentar, a biodiversidade, o aspeto paisagístico e as tradições das comunidades relativas ao sistema agroflorestal”, explicou Carlos Tavares.

Esse responsável está convencido de que dentro de 12 a 18 meses São Tomé e Príncipe seja reconhecido como membro do património agrícola mundial.

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