A medida foi imposta na quinta-feira pelo Ministério Público que decidiu que Sarkozy fica impedido de contactar com nove pessoas igualmente envolvidas no processo, duas das quais são ex-ministros e próximos do ex-presidente francês.

Os envolvidos ficam também impedidos de se deslocarem à Líbia, Egito, Tunísia e África do Sul.

O ex-chefe de Estado considerou que as acusações sobre o financiamento ilegal da campanha às presidenciais em 2007 com dinheiro alegadamente fornecido por Muhamar Kadafi, constituem uma vingança do clã do ex-ditador líbio pela intervenção internacional contra o país.

Segundo o jornal Le Figaro o argumento de Sarkozy foi transmitido aos juízes que o interrogaram durante 20 horas, na quarta-feira.

Sarkozy disse que está a ser vítima de “manipulação” e que além das declarações do “clã Kadafi” não existem nenhumas provas materiais.

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