No que respeita a crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual, o relatório revela que 332 pessoas foram detidas, mais 99 pessoas em relação a 2016.

A maioria das detenções teve por base o crime de abuso sexual de criança, seguido do crime de violação, com 53 detidos, e pornografia de menor, com 37.

A maioria dos detidos por abuso sexual de criança é do sexo masculino (98).

Relativamente a arguidos, há uma predominância no escalão etário 31-40 anos e indicies considerados bastante representativos nos escalões etários 21-30 e 41-60 anos.

As vítimas têm entre os 8 e os 13 anos e, à semelhança do ano anterior, 44,5% dos crimes são cometidos por familiares.

No que respeita ao crime de violação, o relatório revela que os arguidos são maioritariamente do sexo masculino e que em 55% dos casos existe uma relação familiar ou de conhecimento.

Segundo o RASI, a criminalidade violenta e grave diminuiu 8,7% no ano passado, em relação a 2016, enquanto os crimes gerais aumentaram 3,3%.

O relatório reúne os indicadores de criminalidade registados pela Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública, Polícia Judiciária, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Polícia Marítima, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, Autoridade Tributária e Aduaneira e Polícia Judiciária Militar.

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