“Ainda não sabemos bem como é que ocorreu o acidente, como foi, mas tudo indica que terá havido uma falha de segurança. Quando morre alguém a trabalhar há falhas de segurança. Assacar responsabilidades ainda é cedo para isso, mas quer de uma parte ou de outra houve de facto uma falha de segurança grave”, disse, em declarações à Lusa.

O representante sindical afirmou ainda que “só depois da investigação da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT)” será possível perceber o que realmente aconteceu no interior da mina.

De acordo com Jacinto Anacleto, “por muito que existam medidas de segurança” as condições de trabalho numa mina são sempre difíceis e “a segurança falha aqui ou acolá”.

O dirigente do STIM referiu que os trabalhadores eram mecânicos da empresa que explora a mina e estavam “numa carrinha 4x4 de caixa aberta”, depois de terem feito a reparação de uma máquina.

Até ao momento, a informação avançada pela GNR dava conta de que os homens se encontravam numa máquina que caiu para um fosso com uma profundidade "entre os 30 e os 40 metros".

Um dos dois trabalhadores vítima da queda nas minas de Aljustrel morreu e o outro foi transportado para o hospital de Beja, segundo fonte da GNR.

A mesma fonte indicou que o óbito do homem foi confirmado às 13:02.

Fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) adiantou à Lusa que a vítima mortal é um trabalhador de 47 anos.

O outro trabalhador, de 36 anos, foi transportado, de ambulância, em estado "estável" para as urgências do hospital de Beja, referiu a fonte.

Fonte da concessionária das minas, a Almina - Minas do Alentejo, disse à agência Lusa que a empresa vai emitir um comunicado durante a tarde de hoje.

Fonte da ACT confirmou ainda a abertura de um inquérito para averiguar as circunstâncias em que ocorreu o acidente, tendo sido já deslocada para o local do acidente uma equipa de inspetores do organismo.

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