“A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) tem, recorrentemente, solicitado aos sucessivos governos que aprovem legislação que considere a profissão de polícia como profissão de risco. Apesar das mortes em serviço, do aumento de agressões e tentativas de homicídio que anualmente se verificam, esta tem sido uma questão desvalorizada”, refere o sindicato mais representativo da PSP, em comunicado.

Nesse sentido, a ASPP desafia o poder político a realizar “uma discussão séria, na Assembleia da República”, para que seja aprovada legislação que reconheça o risco a que os polícias estão sujeitos.

A ASPP adianta que muitos responsáveis políticos, quando confrontados com estas situações, “reconhecem o risco e todas as consequências desta profissão, mas não tomam medidas no que respeita ao reconhecimento legal do risco”.

No comunicado, a ASSP refere que, em 2015, dois polícias morreram em serviço e 302 foram vítimas de acidentes, três dos quais resultaram em incapacidade permanente absoluta e 116 ficaram com incapacidade permanente parcial.

Segundo este sindicato da PSP, mais de 600 polícias foram agredidos e vários agentes foram alvo de tentativa de homicídio este ano.

Estes “números refletem bem o risco a que estes profissionais estão sujeitos, estejam ou não de serviço”, sublinha ainda a ASPP.

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