Na nota, Sinttav informa que “enviou à RTP um pré-aviso de greve de sete dias, abrangendo todos os trabalhadores da empresa com início às 00:00 horas do dia 18 de novembro de 2023 até às 23:59 do dia 24 de novembro de 2023”.

Por sua vez, o SITIC enviou ao canal público “um pré-aviso de greve de sete dias, abrangendo todos os trabalhadores da empresa com início às 00:00 horas do dia 22 de novembro de 2023 até às 23:59 de dia 28 de novembro de 2023”.

Os sindicatos lembram que se mantém em vigor, “por tempo indeterminado, a greve a todo e qualquer tipo de trabalho prestado em dia feriado, bem como a todo o trabalho suplementar”.

De acordo com o comunicado, na terça-feira, “teve lugar no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa, no âmbito das competências da DGERT [Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho], a primeira reunião de conciliação entre os representantes da administração da Rádio e Televisão de Portugal, liderados pelo presidente, Nicolau Santos e os dirigentes do Sinttav e do SITIC”.

“Apesar da total disponibilidade para o diálogo por parte dos sindicatos e dos esforços de mediação do Ministério do Trabalho, a administração da Rádio e Televisão de Portugal continua a recusar a aplicação aos seus trabalhadores do aumento intercalar de 1% que o Governo recomendou, em abril de 2023, às empresas do setor empresarial do estado, para fazer face à elevada taxa de inflação”, referiram as estruturas sindicais.

Os sindicatos adiantaram que os trabalhos da mediação do Ministério foram, entretanto, suspensos para a realização de “uma reunião urgente que a administração afirmou ser necessária, entre si e todas as organizações sindicais da RTP”, onde pretende apresentar propostas para a resolução da questão.

Os sindicatos irão dar conta do resultado desta reunião num plenário a organizar em Lisboa, “em data ainda a confirmar, e que contará com a transmissão e participação de trabalhadores dos outros locais de trabalho da RTP”.

Os trabalhadores da RTP têm levado a cabo sucessivas greves nas últimas semanas.

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