O presidente do conselho executivo da OIAC “pediu uma reunião (…) para discutir o presumível uso de armas químicas na Síria”, indica a organização num comunicado publicado na sua página da internet.

Fontes diplomáticas confirmaram à agência France-Presse que as discussões serão centradas em Douma, o último bastião rebelde na região de Ghouta oriental, arredores de Damasco, onde, segundo socorristas locais, um ataque químico no sábado provocou 40 mortos.

A OPAQ anunciou esta semana a deslocação de uma equipa a Douma para tentar esclarecer os factos.

A embaixada russa na Holanda reagiu a esta informação, através do ‘Twitter’: “Já é tempo de abandonar os discursos militaristas provenientes de certas capitais e regressar a uma resolução diplomática da situação”.

A Rússia, aliada do regime sírio, comprometeu-se em garantir a segurança da missão da OPAQ no terreno.

Em Londres, a embaixada russa difundiu através do ‘Twitter’ a foto de um veículo blindado que declara pertencer à “polícia militar russa” e que entrava hoje em Douma. “Vão assegurar a ordem e a distribuição de ajuda e estão preparados para permitir que a OPAQ cumpra a sua missão”, assinala o texto.

Fundada em 1997, a OPAQ monitoriza a aplicação da Convenção sobre a proibição de armas químicas destinada a eliminar este tipo de armamento à escala mundial. A organização congrega 192 Estados-membros, perto de 98% da população mundial.

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