O sismo, de pouca profundidade, atingiu a ilha de Mindanao às 22:38 locais (15:38 em Lisboa), de acordo com o USGS.

O instituto filipino de vulcanologia e sismologia alertou sobre danos e réplicas secundárias do terramoto, relatando uma magnitude de 5,9.

Não foram referidos dados sobre a existência de vítimas ou danos materiais, mas o chefe da polícia em exercício na cidade de Kadingilan, perto do epicentro do sismo, disse que o mesmo foi “muito forte”.

“A nossa esquerda de polícia está a tremer. Fomos a correr para o exterior. Ainda estamos na parte de fora porque continuamos a sentir tremores secundários”, indicou o capitão Dino Cuevas, à agência francesa France-Presse.

Sheen Therese Romo, um responsável encarregado das catástrofes na mesma cidade, declarou que os tremores prejudicaram os esforços para enviar equipas a fim de avaliar possíveis danos na área.

Jun Mark Lagare, chefe da polícia da província de Bukidnon, referiu que nenhum dano foi registado até ao momento nessa zona.

As Filipinas estão localizadas no “anel de fogo” do oceano Pacífico, um arco de intensa atividade sísmica que se estende do Japão ao sudeste asiático e à bacia do Pacífico.

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