“É prioritário construir um novo Hospital do Oeste” e “mapeá-lo no novo ciclo de fundos comunitários 2021-2027”, refere a FRO em nota de imprensa.

Os socialistas defenderam também ser ”imperioso” o lançamento do concurso para obras nas urgências do hospital de Torres Vedras, a criação de uma unidade de cuidados intermédios e intensivos, bem como espaço de preparação de medicamentos citotóxicos nesta unidade.

Em Caldas da Rainha, onde decorrem obras nas urgências, alertaram para a necessidade de “pinturas e de reparação de todo o edificado”, enquanto a unidade de Peniche carece de “obras na cobertura e pintura geral e a instalação do serviço de Internamento de Psiquiatria”.

Estas intervenções foram consideradas “fundamentais”, já que a construção de um novo hospital “demorará cerca de 10 anos”.

“A construção do novo hospital e a aquisição de equipamento médico e hospitalar iriam melhorar claramente a resposta diária às necessidades dos utentes, atraindo recursos humanos qualificados”, defendeu a FRO.

A FRO, que integra as concelhias de Torres Vedras, Lourinhã, Cadaval e Sobral de Monte Agraço, promoveu uma visita às três unidades do Centro Hospitalar do Oeste.

O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais de Torres Vedras, Caldas da Rainha e de Peniche e serve cerca de 300 mil habitantes daqueles três concelhos, ainda de Óbidos, Bombarral, Cadaval e Lourinhã e parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estevão das Galés e Venda do Pinheiro).

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