“A Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD informa que já requereu a sua constituição como assistente no processo criminal instaurado na sequência da invasão das instalações da Academia Sporting de Alcochete e consequentes agressões a vários funcionários, no passado dia 15 de maio”, refere o clube em comunicado.

O Sporting garante que vai levar o processo “até às últimas consequências” na defesa dos seus funcionários.

“Vítimas de um ataque que profundamente se lamenta e que, mais uma vez, se repudia, bem como do seu património”, acrescenta.

O clube salienta ainda que, na madrugada seguinte aos acontecimentos, apresentou no Destacamento Territorial do Montijo da GNR uma participação de modo a que fosse instaurado “um processo criminal para apuramento de responsabilidades”.

No dia 15 de maio, a equipa de futebol foi atacada na Academia do clube, em Alcochete, por um grupo de cerca de 40 alegados adeptos encapuzados, que agrediram técnicos, jogadores e ‘staff’, tendo a GNR detido 23 dos atacantes.

O juiz de instrução criminal do Tribunal do Barreiro decretou a medida de coação de prisão preventiva a todos os 23 arguidos detidos na sequência das agressões.

Num comunicado é referido "que se verificam todos os pressupostos, objetivos e subjetivos, dos tipos de crimes que lhes são imputados e que se verificam ainda os perigos referidos nas alíneas a) a c) do artigo 204 do processo penal", pelo que, além do Termo de Identidade e Residência, é aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

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