Devido à greve convocada para hoje e 09 de dezembro, pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), a TAP está a operar com serviços mínimos decretos pelo tribunal arbitral e pelos parceiros da companhia aérea.

“Até às 17:00, dos 148 voos previstos para hoje, a TAP já operou os 117 previstos”, refere a operadora, em comunicado.

Dos 64 voos de serviços mínimos previstos para hoje, “a TAP já operou os 54 previstos” e “apenas um voo de ida-e-volta para a Guiné-Bissau foi cancelado, mas devido a falta de passageiros”, prossegue a companhia.

Para sexta-feira, “foi cancelado mais um, para a Praia, e pelo mesmo motivo”, salienta a TAP, referindo que durante o dia de hoje a TAP voou para 51 destinos, entre os quais Washington, Telavive, Toronto, Montreal, Natal, Nova Iorque (JFK e Newark), Funchal, Munique, Londres (Heathrow e Gatwick), Salvador, Luanda, Rio de Janeiro, São Paulo e Maputo.

“A TAP lamenta profundamente a situação, que prejudica os clientes, a companhia e o país e continua, como sempre, disponível para negociar com o SNPVAC, bom como com todos os sindicatos”, diz, referindo que “aceitou nove das 14 propostas do sindicato e pediu que a sua assembleia geral fosse antecipada para evitar o impacto na operação” da operadora aérea.

O aviso de greve dos tripulantes de cabina “levou a TAP a cancelar 360 voos, uma decisão tomada tendo como prioridade a proteção dos clientes”, tendo a empresa pedido “atempadamente aos seus passageiros para que remarcassem os seus voos voluntariamente e todos os passageiros puderam pedir a remarcação ou um reembolso”.

No comunicado, a “TAP pede desculpas a todos os passageiros por esta situação e assegura que tudo está a fazer para minimizar o seu impacto e agradece o profissionalismo de todos os tripulantes de cabina incluídos nos serviços mínimos, bem como os esforços de todos os trabalhadores da TAP envolvidos nesta operação”.

Os serviços mínimos para a greve dos tripulantes de cabine da TAP, marcada para hoje e sexta-feira, abrangem as regiões autónomas, os países lusófonos e zonas com emigrantes portugueses, segundo um acórdão publicado na segunda-feira.

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