Em comunicado hoje divulgado, o sindicato, que representa os trabalhadores ferroviários das carreiras comerciais, transportes e chefias diretas da CP, informa que vai dar início a várias jornadas de luta com a primeira a decorrer na Linha do Sado.

Entre as razões apontadas para a greve, o sindicato diz estar contra a gestão operacional da CP, “que coloca trabalhadores em trabalho extraordinário excessivo”, e exige a reposição total da oferta de comboios a nível nacional.

A estrutura sindical alega que os trabalhadores estão contra a proposta de regulamento de carreira apresentada pela CP que “extingue as categorias profissionais de operação de revisão e venda e operação venda e controlo e os técnicos comerciais”.

Na nota é criticada a proibição imposta nos comboios da linha de Sintra/Azambuja que impede os revisores “de executarem as suas funções de controlo e acompanhamento e intervenção na taxa de ocupação dos comboios”, nesta situação de calamidade decretada para a Grande Lisboa devido à pandemia por covid-19 e também a falta de oferta de comboios para os utentes da mesma linha de forma a que se possa reduzir a ocupação nas horas de ponta.

O sindicato remete para a próxima semana a divulgação do calendário das formas de luta que serão realizadas em todo o país.

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