“Estamos naturalmente desolados de que as acusações não tenham sido abandonadas”, afirmou hoje Ben Brafman, advogado de Harvey Weinstein, que terá de responder em tribunal por vários casos de assédio, violação e agressão sexual.

O advogado mostrou-se otimista, apesar da decisão judicial hoje anunciada, confiando que Weinstein será “completamente ilibado” de todas as acusações.

Os procuradores consideram que há provas para avançar com o julgamento, apesar de Weinstein ter repetidamente rejeitado as alegações de ter feito sexo não consensual.

O juiz James Burke tomou a decisão após uma breve audiência, hoje, em que a defesa do produtor cinematográfico considerou que a investigação tinha ficado prejudicada por uma ação indevida dos investigadores policiais.

O julgamento deverá iniciar-se em março de 2019 e Harvey Weinstein pode incorrer em penas até prisão perpétua.

O processo contra Weinstein tem tido grande atenção mediática, na sequência do movimento #MeToo, que emergiu em 2017, a partir de alegações de várias mulheres que se apresentaram provas de terem sido molestadas ou violadas pelo produtor.

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